PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: BARREIRAS ARQUITETÔNICAS E ATITUDINAIS QUE REPRODUZEM VIOLÊNCIA SIMBÓLICA
Resumo
Objetivamos neste artigo apresentar reflexões teóricas sobre barreiras arquitetônicas e atitudinais
que reproduzem violência simbólica contra as pessoas com deficiência. O faremos à luz de autores
como Bourdieu, Kabengele e Alves, entre outros. Os entraves impostos diariamente às pessoas com
deficiência interferem ou mesmo suprimem o direito de “ir e vir”. Este artigo analisa a violência
simbólica advinda das barreiras arquitetônicas e barreiras atitudinais no contexto das pessoas com
deficiência. As determinações das normas legais de acessibilidade e o dever do poder público em
minimizar ou extirpar formas de obstáculos evidentes nos espaços urbanos também são discutidos,
posto que impedem a livre circulação de pessoas com algum tipo de deficiência. O argumento
desloca-se para a conscientização da sociedade a respeito de como caracteriza as pessoas com
deficiência, muitas vezes rotulando-as por suposta incapacidade. É necessária a mudança de
práticas sutis que engessam e legitimam a violência simbólica e impedem a inclusão de cidadãos
com deficiência na sociedade.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2021 Dra. Maria Dolores Fortes Alves, Me. Guilherme Vasconcelos Pereira, Dra. Daniela do Carmo Kabengele

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Los autores retienen los derechos de autor y otorgan a Revista Inclusiones el derecho de publicación bajo Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0). Esto permite el uso, distribución y reproducción en cualquier medio, siempre que se otorgue la debida atribución al autor.





