https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/issue/feed Revista Inclusiones 2021-10-18T17:53:17+01:00 Open Journal Systems https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3113 AS VIVÊNCIAS DE PESSOAS ADULTAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA RELAÇÃO COM A ESCOLARIDADE E CONCEPÇÕES DE MUNDO 2021-10-18T15:40:53+01:00 Ivanise Gomes de Souza Bittencourt info@revistainclusiones.org Neiza de Lourdes Frederico Fumes info@revistainclusiones.org <p>Este estudo é resultado de uma Tese de Doutorado em Educação defendida na Universidade<br>Federal de Alagoas em 2018 e analisou as vivências de pessoas adultas com Transtorno do Espectro<br>Autista (TEA) com relação à escolaridade e concepções de mundo, para evidenciar aspectos que as<br>potencializaram e/ou as fragilizaram no seu desenvolvimento e participação social. A abordagem<br>histórico-cultural de Vygotski constituiu o aporte teórico desta pesquisa, que utilizou a narrativa de<br>vida com unidade de análise a categoria vivência. Foi realizado em 2017 com quatro indivíduos com<br>TEA, oralizados, com idades entre 30 e 36 anos, no município de Maceió-Alagoas-Brasil, a partir de<br>entrevistas narrativas. Constatou-se que as vivências dos participantes, em seus espaços<br>familiares/escolares/sociais, refletiram em suas escolaridades e concepções de mundo, com<br>impactos no desenvolvimento, constituição, posição social, nas apropriações e atividades no mundo.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3114 PRÁTICA INCLUSIVA NO ENSINO DA MATEMÁTICA: ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO - AEE 2021-10-18T16:04:38+01:00 Maria Aparecida Marcelino Patricio info@revistainclusiones.org Eduardo Gomes Onofre info@revistainclusiones.org Vanessa da Cruz Alexandrino info@revistainclusiones.org <p>A presente pesquisa tem como objetivo principal investigar Planos de Atendimento Educacional<br>Especializado (AEE), elaborados para alunos com deficiência intelectual, que têm como foco o<br>processo de ensino-aprendizagem de conteúdos matemáticos. Foram analisados 5 Planos de AEE<br>de professores que trabalham em uma escola pública do estado da Paraíba, Brasil. Referindo-se a<br>metodologia, foi realizada uma pesquisa descritiva com uma abordagem qualitativa, tendo a análise<br>documental como instrumento para a coleta dos dados. Os resultados demonstraram que os Planos<br>de AEE analisados não associavam os recursos pedagógicos as atividades que deveriam ser<br>desenvolvidas, assim como não relacionavam os objetivos com as metas previstas para o processo<br>de ensino-aprendizagem do aluno com deficiência intelectual. Concluímos que é importante investir<br>em uma formação continua para os docentes do AEE que tenha um maior foco na elaboração do<br>Plano de AEE.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3115 TABELA PERIÓDICA: AVALIAÇÃO DE UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA ENSINAR ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL 2021-10-18T16:09:02+01:00 Lucicleide Maria de Andrade Silva info@revistainclusiones.org Gilberlândio Nunes da Silva info@revistainclusiones.org Francisco Ferreira Dantas Filho info@revistainclusiones.org <p>Esta pesquisa aborda investigações empreendidas no Grupo de Pesquisa de Metodologia para a<br>Educação Química (GPMEQ), da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). Tratando de avaliar<br>uma proposta de intervenção pedagógica para o ensino de tabele periódica, frente aos estudantes<br>com deficiência visual, no contexto do ensino regular. O material didático desenvolvido foi gerado a<br>partir de inúmeras estudos, com o propósito de promover a aprendizagem dos conceitos científicos.<br>O lócus da pesquisa foi o instituto dos cegos da cidade de Campina Grande, Paraíba, Brasil. Os<br>resultados apontam que a proposta pedagógica obteve uma avaliação satisfatória, sinalizando para<br>a importância da adaptação de estratégias e metodologias de ensino, além, de materiais que possam<br>subsidiar a aprendizagem do conteúdo na disciplina de Química.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3116 ENSINO DE MATEMÁTICA BRASILEIRO EM UMA PERSPECTIVA INCLUSIVA: PROPOSTAS DE ATIVIDADES PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL COM O APARELHO SOROBAN 2021-10-18T16:16:08+01:00 Vanessa Lays Oliveira dos Santos info@revistainclusiones.org Marcus Bessa de Menezes info@revistainclusiones.org Eduardo Gomes Onofre info@revistainclusiones.org <p>Este artigo é recorte de uma pesquisa de mestrado na qual idealizamos o produto educacional,<br>“soroban: ferramenta didática no ensino de matemática para alunos cegos”, desenvolvido para<br>auxiliar professores de matemática do ensino básico. Abordamos nesse texto, a importância de<br>estratégias metodológicas e o uso de materiais didáticos indicados ou adaptados para alunos com<br>deficiência visual, inseridos na sala de aula regular. Trazemos para enriquecer nossas discussões,<br>acerca de trabalhos desenvolvidos para esse público, autoras como: Souza (2014), Marcelly (2010)<br>e Fernandes e Healy (2010), que desenvolvem pesquisas em educação matemática inclusiva. O<br>produto educacional é composto de atividades envolvendo as quatro operações fundamentais<br>(adição, subtração, multiplicação e divisão), de números naturais e decimais, tendo como material<br>didático principal para sua realização, o soroban, um aparelho de contar e calcular, utilizado por<br>pessoas cegas. O método utilizado no soroban para efetivar as operações é a “técnica ocidental de<br>menor valor relativo”, que favorece a compreensão das operações pelo aluno cego, pois é<br>semelhante ao processo de cálculo desenvolvido no sistema educacional brasileiro, isto possibilita<br>uma maior participação do aluno durante as aulas. A formação para apresentação das atividades<br>que compõem o produto educacional, foi dividida em duas etapas; a primeira para tratar das<br>operações com números naturais e a segunda para o desenvolvimento dessas operações com os<br>números decimais. Os resultados abordados nesse trabalho, se refere somente a primeira etapa da<br>formação, onde ao final desta, percebemos que o soroban não é um aparelho do conhecimento<br>cotidiano dos docentes, nem mesmo daqueles que desenvolvem trabalhos nas salas de Atendimento<br>Educacional Especializado (AEE), dessa forma, destacamos a importância de formações<br>continuadas e outras ações que preparem a comunidade escolar para atender os alunos com<br>deficiência visual.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3117 AVALIAÇÃO TÉCNICA E PEDAGÓGICA DE PROFESSORES DE QUÍMICA QUANTO ÀS METODOLOGIAS E MATERIAIS UTILIZADOS NO ENSINO DE QUÍMICA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL 2021-10-18T16:27:26+01:00 Francisco Ferreira Dantas Filho info@revistainclusiones.org Ana Patrícia Barros Diniz info@revistainclusiones.org <p>Esta pesquisa trata-se de uma investigação ao nível de mestrado, nomeada: recursos didáticos para<br>o ensino de geometria molecular á alunos cegos em classes inclusivas, no âmbito do Programa de<br>Pós Graduação em Ensino de Ciências e Educação Matemática, da Universidade Estadual da<br>Paraíba (PPGECEM-UEPB). Para desenvolvimento deste estudo foi realizado uma avaliação da<br>proposta didática, e os professores de Química, que se valeram da proposta e dos materiais didáticos<br>realizaram suas contribuições mediante suas experiências profissionais a modo de apontar suas<br>considerações sobre toda a proposta e materiais. Os resultados mostraram que alunos cegos e<br>videntes apresentaram interesse significativo sobre o entendimento dos conteúdos abordados,<br>alguns professores perceberam uma autonomia maior por parte dos alunos cegos no uso das<br>ferramentas no desenvolvimento do conteúdo e, consequentemente, grande afeto entre todos.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3118 ENSINO DE MATEMÁTICA: ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL INCLUINDO ALUNOS VIDENTES 2021-10-18T16:30:53+01:00 Tayná Maria Amorim Monteiro Xavier info@revistainclusiones.org Zélia Maria de Arruda Santiago info@revistainclusiones.org Eduardo Gomes Onofre info@revistainclusiones.org <p>Esta pesquisa analisa a influência do conteúdo matemático “Plano Cartesiano” adaptado ao jogo<br>“Batalha Naval” na aprendizagem de alunos com deficiência visual no 2º ano do Ensino Médio em<br>uma Escola Pública brasileira, verificando seu desempenho escolar em situações de ensino com<br>alunos videntes. Por meio da abordagem qualitativa focada em um estudo de caso a pesquisa<br>envolveu entrevista semiestruturada com professor e alunos, adaptação do conteúdo matemático ao<br>jogo “Batalha Naval” e sua aplicação aos alunos com deficiência visual com apreciação avaliativa,<br>seguindo a etapa do planejamento das aulas ministradas por aqueles alunos aos alunos videntes<br>em sala de aula. Os resultados permitiram verificar que a aprendizagem do conteúdo com aplicação<br>do jogo tanto com alunos com deficiência visual quanto com os alunos videntes foram satisfatórios.<br>No entanto, observou-se que, apesar desta experiência vivenciada pelos alunos com deficiência<br>visual, a maioria destes não se sentem incluídos no ambiente escolar. Esta pesquisa revela a<br>necessidade de os professores e os alunos ampliarem atividades inclusivas com materiais didáticos<br>acessíveis ao ensino simultâneo com alunos videntes e alunos com deficiência visual.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3119 A ORGANIZAÇÃO ESPACIAL EXCLUDENTE DA UFCG PARA PESSOAS COM CEGUEIRA 2021-10-18T16:34:36+01:00 Sonia Maria de Lira info@revistainclusiones.org Dr. Paulo Sérgio Cunha Farias pscunhafarias@hotmail.com <p>Este ensaio tem por objetivo analisar algumas normatizações que tratam da acessibilidade para<br>estudantes com cegueira, verificando sua operacionalização espacial no campus sede da<br>Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Para isso, foram feitas análises de algumas<br>normas técnicas e legislações vigentes e a verificação das suas aplicações para a adaptação do<br>espaço dessa Instituição de Ensino Superior (IES). Para a coleta do material empírico, foram feitos<br>registros fotográficos desse espaço institucional, a fim de evidenciar a sua adaptabilidade ou não<br>para a inclusão espacial desses educandos. Entre os resultados alcançados, identificamos que o<br>arranjo espacial dessa instituição pública apresenta formas geográficas que são inacessíveis para<br>os graduandos com cegueira, além de existirem poucos pisos táteis, os quais muitas vezes são<br>descontínuos e inadequados. Além disso, não há sinalização e orientação para a mobilidade com<br>segurança destes sujeitos, dificultando o acesso a equipamentos fundamentais para a construção<br>de seus conhecimentos como laboratórios, bibliotecas, salas de aulas, repartições administrativas<br>etc.</p> 2021-10-18T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3120 MEMÓRIAS E TRAJETÓRIAS DE VIDA: NARRATIVAS DE UM PROFESSOR COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA 2021-10-18T16:37:45+01:00 Luiz Eduardo Paulino da Silva info@revistainclusiones.org <p>O objetivo deste estudo foi analisar as memórias de um professor com deficiência auditiva a partir<br>da sua história de vida, percorrendo sua trajetória educacional, profissional e familiar. As narrativas<br>aqui apresentadas partem das recordações do entrevistado, como ressignificação de seu percurso.<br>É notório que as lembranças são resgate dos acontecimentos trazidos pelo sujeito. O método<br>escolhido para esta pesquisa foi da História Oral, e como instrumento de coleta das informações,<br>utilizei a entrevista por meio do WhatsApp, a rede social de mensagens instantâneas. O professor<br>respondeu as perguntas por de via áudio do aplicativo e em alguns momentos parava a digitalização<br>para esclarecer algum episódio esquecido através da fala. As narrativas se originaram das<br>lembranças, levando em consideração reflexões e o diálogo como também as expectativas que um<br>professor das séries iniciais do ensino fundamental I percorreu galgando espaços em sua trajetória.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3121 POLÍTICAS AFIRMATIVAS E INCLUSÃO: PERSPECTIVAS PARA A FORMAÇÃO DO ESTUDANTE COM DEFICIÊNCIA 2021-10-18T16:40:35+01:00 Cristina Miyuki Hashizume info@revistainclusiones.org <p>A diferença nas oportunidades educacionais para o estudante com deficiência no Brasil é um tema<br>que merece ser prioridade, uma vez que interfere na inserção desse futuro cidadão nas instituições<br>sociais como um todo. Nosso ensaio teórico-metodológico se propõe a: i) discutir a missão das<br>políticas afirmativas para refletir sobre a inclusão e políticas de reconhecimento da diversidade; e<br>especificamente: ii) discutir a inclusão escolar frente a legislações específicas brasileiras como<br>avanços nas práticas educacionais brasileiras e iii) ratificar a necessidade de se construirmos e<br>reavaliar ações afirmativas frente ao cenário atual de precariedade social e subjetiva a que os<br>estudantes com deficiência se encontram. Resultados: a partir da história das políticas afirmativas e<br>da legislação vigente em educação inclusiva, percebe-se a necessidade de construção de novas<br>gerações que respeitem a multiculturalidade e a diferença na escola.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3122 ANÁLISE PRELIMINAR DA PRODUÇÃO TEXTUAL ESCRITA DE ALUNOS SURDOS: INFLUÊNCIAS DA LIBRAS NA LP 2021-10-18T16:42:56+01:00 Erivelton da Silva Lopes info@revistainclusiones.org Marília Fernanda Pereira de Freitas info@revistainclusiones.org <p>O presente artigo tem por objetivo discutir questões ligadas à produção textual escrita de alunos<br>surdos; mais especificamente, busca-se analisar a produção textual de alunos surdos inseridos na<br>escola regular, tendo como foco a estrutura organizacional de seus textos, em se tratando dos usos<br>em tais produções que diferem da norma culta escrita em português, identificando em que medida<br>tais usos se aproximam ou se distanciam. Uma vez que os alunos surdos, no uso da linguagem,<br>mobilizam diferentes estratégias (uso da anatomia visual e da anatomia da mão e do braço, no caso<br>da língua de sinais, Libras), busca-se estabelecer uma comparação entre a produção textual de<br>diferentes alunos surdos, identificando as diferenças que estes apresentam, com relação à escrita<br>convencional. A título de sugestão, são apresentadas algumas possibilidades de estratégias que<br>podem ajudar professores e alunos surdos no trabalho com o texto escrito em português.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3124 A AQUISIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA COMO SEGUNDA LÍNGUA POR ESTUDANTES SURDOS BRASILEIROS: O QUE ESPERAMOS PARA O AMANHÃ? 2021-10-18T16:52:39+01:00 Matheus Lucas de Almeida info@revistainclusiones.org Juanna Beatriz de Brito Gouveia info@revistainclusiones.org Michelle Mélo Gurjão Roldão info@revistainclusiones.org Wanilda Maria Alves Cavalcanti info@revistainclusiones.org <p>Esse estudo realiza reflexões acerca das barreiras encontradas pelos surdos em relação à aquisição<br>da língua portuguesa e sobre possíveis ações que podem ser tomadas para superar esses<br>problemas e entraves. O estudo possui uma abordagem qualitativa de cunho bibliográfico e segue<br>as orientações de Triviños (2010). Ajudam a embasar o trabalho autores como Quadros (1997, 2005,<br>2019), Alves e Cavalcanti (2019), Stumpf et. al (2020), Reis e Morais (2020), Almeida (20021), entre<br>outros. Os dados revelam que a aquisição da língua portuguesa pelos alunos surdos não trilha os<br>mesmos passos que a dos alunos ouvintes. Além disso, foi possível identificar que a aquisição da<br>língua de sinais e da escrita de sinais são importantes para o fortalecimento da aquisição da língua<br>portuguesa. Nesse contexto, fatores como diferenças maturacionais no aprendizado do português,<br>o domínio da LIBRAS e os estímulos familiares e escolares são importantes no processo de<br>aquisição.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3125 PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: BARREIRAS ARQUITETÔNICAS E ATITUDINAIS QUE REPRODUZEM VIOLÊNCIA SIMBÓLICA 2021-10-18T16:57:26+01:00 Maria Dolores Fortes Alves info@revistainclusiones.org Guilherme Vasconcelos Pereira info@revistainclusiones.org Dra. Daniela do Carmo Kabengele Dra. Daniela do Carmo Kabengele info@revistainclusiones.org <p>Objetivamos neste artigo apresentar reflexões teóricas sobre barreiras arquitetônicas e atitudinais<br>que reproduzem violência simbólica contra as pessoas com deficiência. O faremos à luz de autores<br>como Bourdieu, Kabengele e Alves, entre outros. Os entraves impostos diariamente às pessoas com<br>deficiência interferem ou mesmo suprimem o direito de “ir e vir”. Este artigo analisa a violência<br>simbólica advinda das barreiras arquitetônicas e barreiras atitudinais no contexto das pessoas com<br>deficiência. As determinações das normas legais de acessibilidade e o dever do poder público em<br>minimizar ou extirpar formas de obstáculos evidentes nos espaços urbanos também são discutidos,<br>posto que impedem a livre circulação de pessoas com algum tipo de deficiência. O argumento<br>desloca-se para a conscientização da sociedade a respeito de como caracteriza as pessoas com<br>deficiência, muitas vezes rotulando-as por suposta incapacidade. É necessária a mudança de<br>práticas sutis que engessam e legitimam a violência simbólica e impedem a inclusão de cidadãos<br>com deficiência na sociedade.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3126 POLÍTICA DE CURRÍCULO PARA EDUCAÇÃO ESPECIAL E O PAPEL DO CUIDADOR EDUCACIONAL NA ESCOLA 2021-10-18T17:02:30+01:00 Francisca Pereira Salvino info@revistainclusiones.org Profa. Maria do Socorro Oliveira Abrantes editorialrevistainclusiones@yahoo.com <p>Este trabalho objetiva analisar o papel do/a cuidador/a educacional no contexto escolar, mediante à<br>política de educação inclusiva e de currículo para a Educação Especial, destinada a pessoas com<br>deficiência, na rede municipal de educação da cidade de Campina Grande, Estado da Paraíba.<br>Classifica-se como pesquisa qualitativa, associado à análise documental, tendo como instrumento<br>de coleta de dados um questionário online. Colaboraram com a pesquisa quatro cuidadoras<br>educacionais e quatro professoras de duas escolas da referida rede de ensino, expressando-se<br>sobre adequação às exigências da política de Educação Especial, em termos de qualificação,<br>atualização sobre as políticas de inclusão e os processos de implementação destas. Conclui-se que,<br>nestes processos, cuidadores e cuidadoras educacionais exercem papel relevante e contribuem<br>decisivamente com professores e professoras, porém enfrentam desafios, tais como a baixa<br>efetividade das políticas públicas; a falta de reestruturação organizacional e flexibilização das<br>propostas curriculares; a desvalorização profissional, que inclui a baixa remuneração.</p> 2021-10-18T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3127 AS TECNOLOGIAS ASSISTIVAS COMO INTERFACE PARA O ENSINO E APRENDIZAGEM DA CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA 2021-10-18T17:04:47+01:00 Maria Lúcia Serafim info@revistainclusiones.org Luisa Regina da Silva Pontes info@revistainclusiones.org <p>O objetivo deste artigo é de verificar como as tecnologias assistivas auxiliam no processo de ensino<br>e aprendizagem das crianças com deficiência e como colaboram no processo de inclusão<br>educacional desses sujeitos. Para isso, realizamos um estudo de caso de abordagem qualitativa<br>com cunho exploratório coletando os dados por meio de observações e entrevistas realizadas na<br>Sala de Recursos Multifuncionais de uma escola situada no município de Campina Grande-PB. Para<br>uma melhor compreensão estruturamos o trabalho em três capítulos, no primeiro enfatizamos o<br>desafio da inclusão partindo do contexto social ao educacional, o segundo capítulo discorremos<br>acerca da tecnologia assistiva (TA) e suas categorias finalizando com os resultados das observações<br>realizadas no lócus da pesquisa. Concluímos que as tecnologias assistivas são fundamentais no<br>processo de ensino e aprendizagem da criança com deficiência, possibilitando o desenvolvimento<br>destes nos aspectos cognitivos, sociais e afetivos, além de possibilitar a inclusão destes participando<br>das atividades escolares de maneira autônoma e independente.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3128 PRÁTICAS INCLUSIVAS NO ENSINO SUPERIOR – AÇÕES DO NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE DA URCA/CEARÁ/BRASIL 2021-10-18T17:12:22+01:00 Fábio Alexandre Santos info@revistainclusiones.org José Simão de Oliveira Neto info@revistainclusiones.org Luciana Maria de Souza Macêdo info@revistainclusiones.org Pâmela Ferreira Martins info@revistainclusiones.org Bch. Rodolfo Sérgio de Oliveira Bch. Rodolfo Sérgio de Oliveira info@revistainclusiones.org <p>A pesquisa em tela objetiva ressaltar a importância de inserir práticas inclusivas em instituições de<br>Ensino Superior, através das ações implementadas pelo Núcleo de Acessibilidade da Universidade<br>Regional do Cariri (NUARC). Diante do ingresso de estudantes com necessidades educacionais<br>especiais (NEE) nas instituições de Ensino Superior, surge a necessidade de implementação de<br>ações que garantam o acesso e a permanência desses estudantes nas IES. O NUARC surge<br>buscando não apenas atender tais demandas, mas também desenvolver ações que garantam o<br>aprendizado dos estudantes. Ademias apresentamos uma breve revisão literária acerca das<br>legislações que circundam a Educação Inclusiva. Nessa perspectiva, vale salientar a necessidade<br>das IES implementarem ações inclusivas, não apenas para o acesso ou permanência na instituição,<br>mas ações que possibilitem sensibilizar, esclarecer e informar a todos que compõe a comunidade<br>acadêmica.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3129 REVISÃO INTEGRATIVA SOBRE A PERSPECTIVA DE DOCENTES DO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS QUANTO À INCLUSÃO 2021-10-18T17:17:00+01:00 . Geane das Chagas Silva info@revistainclusiones.org Bruna Cecim de Souza info@revistainclusiones.org Lúcio Fernandes Ferreira info@revistainclusiones.org <p>A ação pedagógica dos docentes é destaque, por conta da função fundamental na proposição do<br>conhecimento. Nosso objetivo foi caracterizar o estado da arte envolvendo estudos científicos sobre<br>a perspectiva do professor quanto à inclusão do aluno público-alvo da educação especial,<br>considerando os aspectos atitudinais, pedagógicos e arquitetônicos. Para isso, utilizamos uma<br>revisão integrativa baseada numa síntese de resultados de artigos publicados nos últimos dez anos.<br>Elegemos 33 artigos, dos quais emergiram os temas principais para a discussão: atitudes dos<br>professores frente à inclusão; aspectos pedagógicos nas aulas inclusivas; formação voltada à<br>inclusão; estrutura nas edificações escolares. Os resultados expressam a existência de barreiras<br>atitudinais frente à inclusão, a necessidade de formação, a importância de apoio dos demais<br>funcionários e pais de alunos, necessidade e inabilidade no manuseio de recursos materiais, as raras<br>evidências de processos pedagógicos inclusivos e a lacuna de estudos quanto à estrutura das<br>edificações escolares.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3130 A IMPORTÂNCIA DA ELABORAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS PARA UMA EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO ENSINO DE QUÍMICA 2021-10-18T17:20:12+01:00 Fábio Alexandre Santos info@revistainclusiones.org José Simão de Oliveira Neto info@revistainclusiones.org Pâmela Ferreira Martins info@revistainclusiones.org Luciana Maria de Souza Macêdo info@revistainclusiones.org Rodolfo Sérgio de Oliveira info@revistainclusiones.org <p>O presente trabalho vem colaborar neste universo que se expande na busca por uma aprendizagem<br>significativa que atenda a todos os seus atores sociais, onde as diferenças sejam respeitadas e<br>compreendidas e, assim, focar no crescimento cognitivo de todos os envolvidos. Tendo como objetivo<br>investigar a elaboração de material didático inclusivo por parte dos licenciandos em Química da<br>URCA, utilizamos de uma abordagem metodológica qualitativa, os discentes foram orientados a<br>produzir modelos atômicos tátil de orbitais “s” e “p”. Nos resultados e discussões, apresentamos as<br>concepções dos discentes sobre a produção do material, o ensino e a aprendizagem da Química em<br>uma perspectiva inclusiva. Como resultado, observamos a necessidade de preparar os futuros<br>docentes na perspectiva de uma educação que seja voltada para a diversidade dos alunos,<br>respeitando as especificidades de cada um na aprendizagem e assim caminhar na construção de<br>uma educação crítica e reflexiva, de modo a abrir caminhos para que a inclusão se efetive e os<br>alunos recebam educação de qualidade.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3131 A UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA – BRASIL E A REDE INTERNACIONAL SOLIDARIS: BOAS PRÁTICAS INCLUSIVAS 2021-10-18T17:27:18+01:00 Christiano Cordeiro Soares info@revistainclusiones.org Edineide Jezine info@revistainclusiones.org Gilberto Rodrigues Carneiro info@revistainclusiones.org Alexandre Cordeiro Soares info@revistainclusiones.org <p>A presente pesquisa objetiva discutir boas práticas inclusivas dos projetos coordenados pela<br>Coordenadoria de Relações Internacionais (CoRI) e pelo Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI)<br>da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) dentro do programa de expansão universitária da rede<br>internacional SOLIDARIS. As ações apresentadas foram realizadas entre agosto 2019 e dezembro<br>de 2020. Utilizamos a observação participante como ferramenta metodológica. Foram desenvolvidas<br>ações como: workshops e cursos de Braille e de Língua Brasileira de Sinais (Libras); atendimento<br>psicopedagógico aos alunos com deficiência; ações educativas em instituições de ensino para<br>pessoas com deficiência visual e em escolas regulares que tinham alunos com deficiência; Oficinas<br>de jogos para alunos com deficiência ou não; divulgação das ações extensionistas da rede de<br>expansão SOLIDARIS. Os resultados indicaram que as parcerias entre universidades, a nível<br>nacional e internacional, e entre universidades e instituições de ensino especial e regular fortalece o<br>desenvolvimento de boas práticas inclusivas.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3132 A FORMAÇÃO CONTINUADA DO PROFESSOR CAMPONÊS SOB O OLHAR ECOFORMADOR, TRANSDISCIPLINAR E INCLUSIVO 2021-10-18T17:31:22+01:00 Tamires Campos Leite info@revistainclusiones.org Maria Dolores Fortes Alve info@revistainclusiones.org Adalberto Duarte Pereira Filho info@revistainclusiones.org <p>Este artigo expõe discussões teóricas sobre a leitura da proposta da educação do campo a partir da<br>transdisciplinaridade e da ecoformação. Busca-se compreender como pode ser pensada a formação<br>continuada do professor camponês para inclusão no contexto alagoano. As questões que nortearam<br>esse estudo foram: Quais as aproximações entre a educação do campo e as abordagens da<br>transdisciplinaridade e da ecoformação? Considerando as aproximações entre a educação do<br>campo e as abordagens da transdisciplinaridade e da ecoformação, como pode ser pensada a<br>formação continuada do professor camponês para o atuar inclusivo? Assim, este artigo é um estudo<br>bibliográfico. Como resultado, foi possível perceber, a partir das discussões teóricas, que a educação<br>do campo se aproxima da ecoformação e da transdisciplinaridade devido aos seus princípios, que<br>se encontram enraizados na ecologia, na valorização da relação do sujeito cognoscente com a<br>natureza e com a terra, que é a fonte de vida para o camponês. Outro ponto de aproximação<br>constatado é a articulação entre os diversos saberes ultrapassando os muros escolares, pois a<br>proposta de educação do campo busca valorizar os conhecimentos disciplinares, além do<br>conhecimento da conexão entre as disciplinas e, principalmente, os conhecimentos para além das<br>disciplinas: os saberes camponeses. Nesse contexto, a formação continuada do professor camponês<br>para o atuar inclusivo, a partir da transdisciplinaridade e da ecoformação, deve considerar o contexto<br>social no qual está inserido e sua relação complexa consigo mesmo e com o meio, dispondo de<br>continua prática reflexiva e dialógica.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3133 PEDAGOGIA VISUAL NAS AULAS DE CIÊNCIAS COM SURDOS: PRÁTICAS INCLUSIVAS DA PROFESSORA E DO INTÉRPRETE 2021-10-18T17:34:52+01:00 Fernando Rodrigues Tavares info@revistainclusiones.org Zélia Maria de Arruda Santiago info@revistainclusiones.org Eduardo Gomes Onofre info@revistainclusiones.org <p>Esta pesquisa analisa situações didáticas pautadas na Pedagogia Visual adotadas pela professora<br>de Ciências e o intérprete de Libras direcionadas a alunos surdos. Adotou-se a abordagem qualitativa<br>que permite a compreensão e interpretação dos dados obtidos em entrevista e observação<br>sistemática com dois estudantes surdos, uma professora de Ciências e um intérprete de Libras. Ao<br>observar aulas de Ciências com exposição oral e dificuldades na aprendizagem do conteúdo animais<br>vertebrados aplicou-se uma proposta didático-pedagógica com videoaula para surdos e ouvintes<br>interpretada em Libras. A videoaula ampliou o uso dos recursos visuais nas aulas de ciências com<br>alunos surdos, compartilhada com a professora e o intérprete de Libras no ensino do conteúdo<br>Animais Vertebrados. A prática pedagógica com alunos surdos deve ser ressignificada em parceria<br>com a professora, o intérprete e alunos surdos, pois enfrentam dificuldades ao adotarem estratégias<br>de ensino, comunicação e avaliação baseadas nos princípios teórico-metodológicos da Pedagogia<br>Visual</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3134 UM AUTISTA, UMA ESCOLA, UMA HISTÓRIA: UM OLHAR SOBRE A INCLUSÃO DO ALUNO AUTISTA NO CONTEXTO ESCOLAR 2021-10-18T17:39:30+01:00 Vânia Batista dos Santos info@revistainclusiones.org Rômulo Tonyathy da Silva Mangueira info@revistainclusiones.org <p>O sistema público de ensino no Brasil tem vivenciado cenários desafiadores no que se refere a<br>inclusão dos alunos autistas no contexto escolar. Nesse desenho teórico metodológico, observou-se<br>que apesar das conquistas no texto legislativo e médico-hospitalar, faz-se necessário mergulhar mais<br>profundamente nas tramas da sala de aula. Com o objetivo refletir sobre a inclusão de alunos autistas<br>no contexto escolar realizou-se uma pesquisa qualitativa de natureza bibliográfica baseada nos<br>estudos de Carvalho (1999), Lima (2008) Mantoan (2006), dentre outros, na perspectiva do ensino.<br>Pontuou-se que é importante, para que, de fato ocorra efetivamente a inclusão de crianças autistas<br>no ambiente escolar, haja uma conscientização social coletiva onde todos os membros que<br>compõem a sociedade conheçam, integrem-se e lutem de modo a incluir conceitual, atitudinal e<br>procedimentalmente aceitando as diferenças.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3135 A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO INTÉRPRETE DE LIBRAS NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DO ALUNO SURDO NA ESCOLA REGULAR: EM ANÁLISE A VOZ DO SURDO 2021-10-18T17:42:38+01:00 Douglas da Silva Cunha info@revistainclusiones.org Joseilda Alves de Oliveira info@revistainclusiones.org <p>As discussões acerca da inclusão dos discentes surdos no ambiente escolar, muito se fala sobre o<br>acesso e permanência desses em escolas da rede regular de ensino. O objetivo deste estudo é<br>investigar qual a importância do trabalho do intérprete no processo de ensino e aprendizagem do<br>sujeito surdo na escola regular. Para fins de reflexões teóricas foram utilizadas como aporte autores<br>como Quadros (2004; 2019), Vitaliano (2010), Skliar (2017), Lacerda (2000), Kelman (2010),<br>Magalhães e Nóvoa (1992), dentre outros. Constatou-se que o aluno surdo ainda é recebido na<br>escola sem que haja uma preparação básica, nesse caso, o acesso linguístico. E sobre este aspecto,<br>o aluno compreende, valoriza e reconhece a importância do trabalho do intérprete para o processo<br>de ensino e aprendizagem e que sem a presença desse profissional em sala de aula, a falta de<br>acessibilidade linguística compromete todo o processo de interação e de construção do<br>conhecimento</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3136 PERFIL DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO DE UMA REGIÃO DO ESTADO DA BAHIA 2021-10-18T17:46:14+01:00 Osni Oliveira Noberto da Silva info@revistainclusiones.org <p>Este artigo teve como objetivo conhecer a formação dos professores de Atendimento Educacional<br>Especializado dos municípios da região do Piemonte da Diamantina, Bahia. Para o desenvolvimento<br>do estudo, foi construído um questionário de perguntas fechadas, que serviu de instrumento para<br>captação dos dados, neste caso as opiniões dos sujeitos acerca das perguntas que visam<br>contemplar a categoria da formação profissional. Sintetizando os achados da pesquisa: são em sua<br>maioria Licenciados em Pedagogia mas que não tiveram componentes curriculares no que diz<br>respeito a Educação Especial; fizeram seu curso de graduação em Universidade pública estadual e<br>a Especialização em Educação Especial e/ou inclusiva em instituição de ensino privada; Fazem<br>frequentemente cursos de curta duração promovidos sobretudo pelas Secretarias Municipais de<br>Educação, porém em sua maioria se dizem insatisfeitos com a oferta de cursos oferecidos e afirmam<br>que a Secretaria dá o incentivo mas não oferecem mais ajuda.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021 https://revistainclusiones.org/index.php/inclu/article/view/3137 DA ESCOLA DE OUVINTES À ESCOLA INCLUSIVA: REFLEXÕES AO REDOR DA EDUCAÇÃO DA PESSOA SURDA 2021-10-18T17:48:34+01:00 Antonio Luiz Silva info@revistainclusiones.org Diana Sampaio Braga info@revistainclusiones.org Livânia Beltrão Tavares info@revistainclusiones.org Karinne Rodrigues da Costa info@revistainclusiones.org <p>O presente trabalho teve como objetivo investigar a partir da perspectiva dos sujeitos surdos o seu<br>processo de inclusão nas instituições regulares. Para a coleta foram feitas entrevistas<br>semiestruturadas, realizadas por uma intérprete, que versavam sobre as práticas pedagógicas, papel<br>do intérprete e interação social experienciadas na escola inclusiva. Os dados foram interpretados a<br>partir da técnica de análise de conteúdo. Na percepção dos alunos surdos suas vivências escolares<br>foram marcadas pela exclusão pedagógica e social, poucos professores adaptavam seus métodos<br>de ensino, além de sofrerem com estigmas e o distanciamento social do seus pares ouvintes.<br>Reconhecem-se falantes da língua de sinais e valorizam o papel do intérprete. Consideram que a<br>disseminação do uso da língua de sinais no contexto escolar e o investimento na formação<br>metodológica do professor e no seu aprofundamento do conhecimento da cultura surda são<br>condições necessárias para uma educação bilíngue de qualidade.</p> 2021-10-15T00:00:00+01:00 Derechos de autor 2021