PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: BARREIRAS ARQUITETÔNICAS E ATITUDINAIS QUE REPRODUZEM VIOLÊNCIA SIMBÓLICA

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Dra. Maria Dolores Fortes Alves
Me. Guilherme Vasconcelos Pereira
Dra. Daniela do Carmo Kabengele

Resumen

Objetivamos neste artigo apresentar reflexões teóricas sobre barreiras arquitetônicas e atitudinais
que reproduzem violência simbólica contra as pessoas com deficiência. O faremos à luz de autores
como Bourdieu, Kabengele e Alves, entre outros. Os entraves impostos diariamente às pessoas com
deficiência interferem ou mesmo suprimem o direito de “ir e vir”. Este artigo analisa a violência
simbólica advinda das barreiras arquitetônicas e barreiras atitudinais no contexto das pessoas com
deficiência. As determinações das normas legais de acessibilidade e o dever do poder público em
minimizar ou extirpar formas de obstáculos evidentes nos espaços urbanos também são discutidos,
posto que impedem a livre circulação de pessoas com algum tipo de deficiência. O argumento
desloca-se para a conscientização da sociedade a respeito de como caracteriza as pessoas com
deficiência, muitas vezes rotulando-as por suposta incapacidade. É necessária a mudança de
práticas sutis que engessam e legitimam a violência simbólica e impedem a inclusão de cidadãos
com deficiência na sociedade.

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