GOIÂNIA E A URBANIZAÇÃO DO OESTE: DEMOGRAFIA, FRONTEIRA AGRÍCOLA, ÁREAS VERDES E MANANCIAIS
Palavras-chave:
Urbanização, História Social, Meio AmbienteResumo
Este artigo pretende analisar, a partir de pressupostos teórico-metodológicos da história ambiental, a transformação da natureza e o potencial da cidade de Goiânia. Criada na década de 1930 sob a regência do Estado Novo de Vargas, a nova capital do estado de Goiás surge do esforço de interventor Pedro Ludovico Teixeira em transferir a sede do governo local. Neste contexto, as riquezas naturais acabam servido de justificativa para o surgimento de uma “metrópole moderna”, capaz de dinamizar as relações comerciais locais com os grandes centros consumidores. Dá-se destaque ao projeto do arquiteto e urbanista Attilio Corrêa Lima, empregando os conhecimentos adquiridos do urbanismo francês. Mesmo durante a construção da cidade, os planos iniciais são abandonados e, a partir da década de 1950, inicia-se um crescimento mais acentuado devido à chegada da estrada de ferro e construção de usinas hidrelétricas nas proximidades.
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