DA ESCOLA DE OUVINTES À ESCOLA INCLUSIVA: REFLEXÕES AO REDOR DA EDUCAÇÃO DA PESSOA SURDA

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Dr. Antonio Luiz Silva
Dra. Diana Sampaio Braga
Dra. Livânia Beltrão Tavares
Dra. Karinne Rodrigues da Costa

Resumen

O presente trabalho teve como objetivo investigar a partir da perspectiva dos sujeitos surdos o seu
processo de inclusão nas instituições regulares. Para a coleta foram feitas entrevistas
semiestruturadas, realizadas por uma intérprete, que versavam sobre as práticas pedagógicas, papel
do intérprete e interação social experienciadas na escola inclusiva. Os dados foram interpretados a
partir da técnica de análise de conteúdo. Na percepção dos alunos surdos suas vivências escolares
foram marcadas pela exclusão pedagógica e social, poucos professores adaptavam seus métodos
de ensino, além de sofrerem com estigmas e o distanciamento social do seus pares ouvintes.
Reconhecem-se falantes da língua de sinais e valorizam o papel do intérprete. Consideram que a
disseminação do uso da língua de sinais no contexto escolar e o investimento na formação
metodológica do professor e no seu aprofundamento do conhecimento da cultura surda são
condições necessárias para uma educação bilíngue de qualidade.

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