PENSAR O GLOBAL PELA PRÁTICA DA JUSTIÇA: DO COSMOPOLITISMO À JURISDIÇÃO UNIVERSAL
Resumen
Ultrapassando as lógicas de mercados e financeiras que alavancaram o processo de globalização,
colocamos o foco na globalização do Direito. Neste sentido, questionamos as consequências da
globalização nos pressupostos que formulámos sobre justiça, direitos e responsabilidade. Partimos,
assim, da premissa globalizante para chegarmos a uma meta de concetualização de justiça global,
sendo que o trajeto é delineado por um traçado distintamente cosmopolita. A conceptualização da
justiça global, objeto da nossa análise, tem duas etapas paralelas e não sucessivas, uma,
substantiva e normativa em que são assumidos os valores subjacentes aos direitos humanos e,
outra, institucional que visa a aplicabilidade das normas jurídicas que consubstanciam aquela
normatividade humanista. Completamos a análise com a proposta de operacionalização da justiça
global por uma globalização judicial cosmopolita, enfatizando as jurisdições supra e transnacionais
cujas competências refletem, diretamente, a defesa dos direitos humanos e, de entre as quais, é
exemplo máximo, o Tribunal Penal Internacional.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2021 Drda. Ana Filipa Neves

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores retienen los derechos de autor y otorgan a Revista Inclusiones el derecho de publicación bajo Creative Commons Attribution 4.0 International (CC BY 4.0). Esto permite el uso, distribución y reproducción en cualquier medio, siempre que se otorgue la debida atribución al autor.





